A prática de agregar veículos é uma forma que as empresas de transportes acharam para reduzir seus custos, agrupando o conjunto completo ou apenas o conjunto mecânico. A remuneração por esta prática varia de acordo com o contrato, que pode ser pelo valor do frete praticado para o trecho ou por quilômetro rodado.

Hoje, a maioria dos embarcadores não contratam autônomos, eles buscam por empresas constituídas em razão da cobertura de seguro e da delegação de responsabilidades. Controles como, gerenciamento da frota para manutenção, rastreabilidade e roteirização são inerentes às empresas de transportes. Ao embarcador cabe apenas determinar a quantidade, tempo para carregamento, período de percurso e destino de sua mercadoria. Desta forma, se a transportadora optar por usar frota própria, avulsos ou agregados, a responsabilidade é exclusivamente dela, incluindo a necessidade de cumprir as normas habituais de gerenciamento de risco atribuídas por sua seguradora.

O operador logístico é responsável por gerenciar e executar todas atividades logísticas nas diversas fases da cadeia de suprimentos, agregando valor ao produto e que tenha competência para simultaneamente prestar serviços nas três atividades básicas: controle de estoques, armazenamento e gerenciamento de transportes.

Um transportador pode assumir parte ou toda a operação logística, que podem ser das mais simples, como o controle de estoque armazenado, ou, até as atividades mais complexas, como o suprimento de linhas de produção e/ou suprimento a clientes finais.

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